A pesquisa no processo de ensino-aprendizagem:
A escola não pode matar a curiosidade natural dos jovens e crianças de descobrir o mundo experimentando, explorando ou pesquisando, como o fizeram desde o seu nascimento.
Partindo-se do pressuposto de que a educação deve ser algo prazeroso, o primeiro passo é que a escola seja um ambiente de pesquisa oferecendo condições para que ela se realize. Este ambiente deve ser motivador e incentivador.
Há muitos casos em que a escola se mantém num sistema tradicional por medo ou comodismo, pois a proposta de aprendizagem pela pesquisa gera conflitos, o qué é um aspecto positivo. O conflito desacomoda, mexe com o que está estagnado e, sendo assim, requer soluções ou novos caminhos que certamente resultarão em crescimento.
Vera Mosmann
Meu quintal...
sábado, 30 de julho de 2011
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Crianças que passam a gostar de ler: minha alegria de trabalhar!
Baú de Conhecimento: Feira do Livro do Engenheiro: "No dia 12 de julho foi realizada a Feira do Livro da Escola Engenheiro Parobé. O pequeno evento superou as expectativas, pois os alunos ader..."
terça-feira, 26 de julho de 2011
Comentários
Em muitos Blogs eu gostaria de postar um comentário mas (não me perguntem por quê?) as configurações deste Blog não permite, ou as configurações do Blog visitado. Onde o comentário é feito logo abaixo da postagem é preciso que tenha a opção Nome/URL. Nos Blogs cuja configuração abre uma nova janela para comentários consigo postar como verabruxa normalmente.
Agradeceria se incluíssem nos Blogs que me seguem, bem como os demais que eu sigo, a opção Nome/URL, ou se alguém aí quiser me ensinar como resolver meu problema.
Obrigada,
Vera Mosmann
Agradeceria se incluíssem nos Blogs que me seguem, bem como os demais que eu sigo, a opção Nome/URL, ou se alguém aí quiser me ensinar como resolver meu problema.
Obrigada,
Vera Mosmann
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Educação 1
O professor que reflete a sua ação e a do grupo, tendo como pano de fundo a realidade social em que está inserido, trabalhando as questões humanas, está contribuindo para a formação de homens mais seguros e felizes. É fundamental saber quem são os alunos com os quais vai trabalhar e qual seu nível de aprendizagem.
Tudo isso deve ser perseguido de forma persistente e nunca numa ação solitária ou egoísta, sempre buscando a compreensão do mundo através da troca, coleticamente, estabelecendo relações com realidades diferentes, em diferentes momentos históricos, e, por fim, analisando diferentes formas de pensar e agir para repensar a própria ação.
É dessa forma que o professor educador tem como manter acesa a chama do aprender sempre para caminhar junto com seus alunos num processo de ensino-aprendizagem significativo. A educação exigida hoje pode ser comparada com o exemplo de um jovem adolescente preocupado em tirar acordes de um violão. Ele já sabe tocar muitas músicas e até já compõe, mas não se conforma com isso, busca outros acordes com maior grau de dificuldade. Observa, ouve, experimenta e descobre que existem diferentes posições que podem ser usadas para tocar a mesma música em diferentes tons. Aperfeiçoa suas noções sobre as possibilidades na música e vibra com a beleza das descobertas. E se diz feliz.
Os educadores poderiam tomar essa situação como inspiração na sua tarefa de fazer acontecer a aprendizagem.
Vera Mosmann
Tudo isso deve ser perseguido de forma persistente e nunca numa ação solitária ou egoísta, sempre buscando a compreensão do mundo através da troca, coleticamente, estabelecendo relações com realidades diferentes, em diferentes momentos históricos, e, por fim, analisando diferentes formas de pensar e agir para repensar a própria ação.
É dessa forma que o professor educador tem como manter acesa a chama do aprender sempre para caminhar junto com seus alunos num processo de ensino-aprendizagem significativo. A educação exigida hoje pode ser comparada com o exemplo de um jovem adolescente preocupado em tirar acordes de um violão. Ele já sabe tocar muitas músicas e até já compõe, mas não se conforma com isso, busca outros acordes com maior grau de dificuldade. Observa, ouve, experimenta e descobre que existem diferentes posições que podem ser usadas para tocar a mesma música em diferentes tons. Aperfeiçoa suas noções sobre as possibilidades na música e vibra com a beleza das descobertas. E se diz feliz.
Os educadores poderiam tomar essa situação como inspiração na sua tarefa de fazer acontecer a aprendizagem.
Vera Mosmann
domingo, 17 de julho de 2011
Microcontos de Leonardo Sakamoto
Este cara é um querido! Já gostava da abordagem que dá a temas diversos e agora seus microcontos me encantaram. Posto aqui um dos que mais gostei:
"Nasceram no circo. Ele, palhaço. Ela, gerente. Foram felizes juntos até que a lona ficou pequena para a moça. Durante uma temporada em Botucatu, lhe prometeram o mundo. Poucos minutos antes do espetáculo, Tião encontrou um bilhete. Dizem que ele nunca foi tão engraçado quanto naquela noite. O elefante, que conhecia a verdade, permaneceu em silêncio ao ver as piruetas do palhaço. E, com pena dele, chorou."
E sugiro a leitura dos demais através do link:
http://blogdosakamoto.uol.com.br/2011/07/17/dez-microcontos-sobre-o-nosso-cotidiano/
"Nasceram no circo. Ele, palhaço. Ela, gerente. Foram felizes juntos até que a lona ficou pequena para a moça. Durante uma temporada em Botucatu, lhe prometeram o mundo. Poucos minutos antes do espetáculo, Tião encontrou um bilhete. Dizem que ele nunca foi tão engraçado quanto naquela noite. O elefante, que conhecia a verdade, permaneceu em silêncio ao ver as piruetas do palhaço. E, com pena dele, chorou."
E sugiro a leitura dos demais através do link:
http://blogdosakamoto.uol.com.br/2011/07/17/dez-microcontos-sobre-o-nosso-cotidiano/
sábado, 16 de julho de 2011
As Intermitências da Morte
"Não há nada no mundo mais nu que um esqueleto", escreve José Saramago diante da representação tradicional da morte.
Num certo país, as pessoas param de morrer. A morte e seus caprichos. Este também é um título que leva à reflexão sobre questões sociais de um jeito "funesto" e cômico. Quantos interesses envolvem as relações entre os viventes? Como se pode querer a presença da tão temida morte? Foi o primeiro livro de Saramago que li e fiquei encantada com seu modo de escrever o mundo.
Num certo país, as pessoas param de morrer. A morte e seus caprichos. Este também é um título que leva à reflexão sobre questões sociais de um jeito "funesto" e cômico. Quantos interesses envolvem as relações entre os viventes? Como se pode querer a presença da tão temida morte? Foi o primeiro livro de Saramago que li e fiquei encantada com seu modo de escrever o mundo.
Ensaio sobre a cegueira
Palavras de José Saramago, na apresentação pública do seu romance Ensaio sobre a cegueira.
"Este é um livro francamente terrível com o qual eu quero que o leitor sofra tanto como eu sofri ao escrevê-lo. Nele se descreve uma longa tortura. É um livro brutal e violento e é simultaneamente uma das experiências mais dolorosas da minha vida. São 300 páginas de constante aflição. Através da escrita, tentei dizer que não somos bons e que é preciso que tenhamos coragem para reconhecer isso."
Leitura para refletir sobre o mundo em que vivemos e sobre nosso papel. O que eu estou fazendo para contribuir com um mundo mais justo, mais humano? Por que tenho a impressão de que há um "marasmo" atingindo um grande número de pessoas? E quando estas pessoas são jovens eu sinto um vazio ainda maior. Não adianta apenas transferir culpas, é preciso fazer alguma coisa. Não tenho a ilusão de que o egoísmo em que vivemos se transforme tão cedo, mas como sou uma pessoa esperançosa, torço para que se multipliquem os "não cegos" capazes de enxergar dentro de si e poder lançar um olhar à sociedade, compreendendo os mecanismos que geram as diferenças entre os comandantes e os comandados.
Vera Mosmann
Vera Mosmann
Este tema surgiu numa visita ao blog A Ordem Natural. http://ordem-natural.blogspot.com/2011/07/onde-estao-os-excelentes.html
Obrigada Ale, por me fazer pensar.
Obrigada Ale, por me fazer pensar.
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