Meu quintal...
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Incentivo à leitura.
A Escola Engenheiro Parobé, de Parobé, RS, tem realizado um trabalho de incentivo à leitura, que certamente, terá como resultado um número maior de leitores, já que pesquisas realizadas junto a adultos leitores, revelam que mais de 80% deles reponderam que adquiriram o hábito de ler vendo seus pais lerem. Então, é papel da escola ser exemplo, uma vez que muitas das famílias dos alunos de escolas públicas não costumam ler. Dentre as ações desta escola estes são alguns projetos: Caixa Literária nas turmas das séries iniciais, onde a professora organiza os empréstimos; Sacola Literária nas turmas de 1º Ano à 7ª Série, quando a cada semana 2 alunos por turma levam para casa uma sacola com volumes de revistas e livros para leitura em família; Momento de Leitura, com caixas organizadas por turma, quando todo turno da tarde lê de acordo com cronograma; professora de Literatura do Ensino Médio tem organizados em caixas alguns volumes escolhidos por seus alunos para leitura semanal na Biblioteca Castro Alves (da escola); organiza neste ano, na sua Mostra Artística e Literária nas séries iniciais, a representação de obras literárias lidas e analisadas pelos alunos; está iniciando o atendimento quinzenal na biblioteca aos alunos de 5ª à 7ª série para empréstimos de literatura. É importante salientar que esta escola não tem profissional nomeado ou contratado para trabalhar na biblioteca, sendo que os projetos só são possíveis com o engajamento dos professores, da Coordenadora de Educação, da Direção, alguns alunos e um turno semanal de trabalho voluntário. Esta escola que me enche de orgulho!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Rir de si mesma...
"Empezamos a madurar, cuando nos reímos de algo que un día nos hizo llorar." por @ilosofia
É. Quando somos capazes de rir de nós mesmos estamos amadurecendo. Quantos momentos vivi em que tive motivos para chorar. E chorei. No momento da dor acho necessário o choro. Mas com o passar dos anos decobri que tudo é passageiro e quando desenvolvemos a capacidade de entender isto aprendemos a enfrentar as adversidades com um sentimento de confiança em nós mesmos. E se ainda formos capazes de olhar para trás e rirmos das próprias "desgraças", diminuímos de intensidade qualquer sofrimento. Eu não tenho vocação para ser infeliz! Prefiro crer que as vivências (e as pessoas) podem ser melhores do que são.
"Yo no le guardo rencor a nadie... no guardo cosas innecesarias en mi corazón..." por @ilosofia.
O rancor só faz mal a quem sente, assim como a inveja.
É. Quando somos capazes de rir de nós mesmos estamos amadurecendo. Quantos momentos vivi em que tive motivos para chorar. E chorei. No momento da dor acho necessário o choro. Mas com o passar dos anos decobri que tudo é passageiro e quando desenvolvemos a capacidade de entender isto aprendemos a enfrentar as adversidades com um sentimento de confiança em nós mesmos. E se ainda formos capazes de olhar para trás e rirmos das próprias "desgraças", diminuímos de intensidade qualquer sofrimento. Eu não tenho vocação para ser infeliz! Prefiro crer que as vivências (e as pessoas) podem ser melhores do que são.
"Yo no le guardo rencor a nadie... no guardo cosas innecesarias en mi corazón..." por @ilosofia.
O rancor só faz mal a quem sente, assim como a inveja.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Releituras de Romero Britto
Alguns dos trabalhos dos alunos, estampados nas paredes da minha escola do coração, Engenheiro Parobé, projeto da professora Lígia W. Espetacular! Ah! De onde peguei emprestada a foto deste Blog.
terça-feira, 21 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Preciso de respostas.
A liberdade de expressão deve ser assegurada. Então, é legítima a Marcha da Maconha. Fico pensando sobre a relevância deste movimento, ou se liberar o comércio e uso da marijuana seria a melhor saída. Analiso, então, as justificativas. Acabar com tráfico não seria pois ainda teria a cocaína, o crack e as mais recentes novidades. Por ser menos prejudicial à saúde que o cigarro? Já ouvi muitos jóvens dizerem isto, mas a medicina não confirma. E nem as famílias que precisam conviver com a ressaca do usuário (maconheiro seria pejorativo?), que o deixa intolerante, desleixado, esquecido e agressivo. Pensando nisto, será que quem está organizando o movimento é a Nestlé? Seria um fomento à indústria de doces? Afinal, teríamos uma "larica" geral. Ou o uso seria liberado somente para tratamento médico? Sendo assim, seria vendido na farmácia mediante receita médica e o Estado faria o controle de qualidade do produto, coisa que não consegue fazer nem com os antibióticos, muitas vezes produzidos com dosagem menor do que a exposta na embalagem. Não, isto seria muito honeroso aos cofres públicos. Ou seria vendido como erva medicinal nas praças pelos "jujeiros" (expressão da fronteira vinda do espanhol: jujo, ou chá)? As "tias" que gostam da medicina caseira chapadas! Ou estaria disponível nas lanchonetes já enrolados, ou apertados, e embalados industrialmente, o que elevaria o preço consideravelmente e geraria uma nova Marcha contra os preços abusivos da maconha. Plantar ou importar? É, preciso de respostas. Uma certeza eu tenho: a sociedade precisa de jovens marchando sim, mas por professores competentes, maior investimento na pesquisa científica, estágios bem remunerados, contra a corrupção,...
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